Brasil fora do VCT Américas Kickoff 2025: O que deu errado?

Onde o Brasil errou no VCT Américas? Foi apenas problemas iniciais ou é algo mais preocupante? Vamos entender mais? Confira aqui uma análise da eliminação de cada equipe brasileira no VCT Américas Kickoff 2025!

Foto: Colin Young-Wolff/Riot Games

O VCT Américas Kickoff 2025 chegou ao fim para os times brasileiros. 2GAME, LOUD e FURIA foram eliminados sem conseguirem uma vaga na fase final do torneio, deixando o Brasil sem representantes na luta por uma classificação ao Masters. O desempenho das equipes gerou muitas discussões sobre o nível competitivo da região e os desafios que ainda precisam ser superados.

2GAME: O aprendizado da estreia

Foto: Tina Jo/Riot Games

A 2GAME entrou no torneio como a equipe menos experiente entre as representantes brasileiras, e isso se refletiu nos resultados. A equipe teve dificuldades para lidar com adversários mais consolidados, como a sua estreia contra a equipe substituta da FURIA. Apesar das eliminações, houve momentos promissores, como boas execuções nos bombs e um desempenho agressivo. O time, no entanto, demonstrou falta de consistência e problemas de adaptação nos momentos decisivos.

Logo em seguida, eles enfrentaram a KRÜ Esports, em uma série bem complicada. Eles foram suprimidos pelos inimigos, que acabou explicitando o seu despreparo. Inclusive, isso foi explicitado pelo coach, faithz0r. De acordo com ele, os jogadores ainda estavam se adaptando ao ritmo da franquia. A equipe precisou fazer uma mudança de última hora, atrapalhando ainda mais os jogadores.

O maior desafio da 2GAME parece ser a falta de experiência em cenários de alto nível. Enquanto seus jogadores têm talento individual, a coordenação ainda precisa ser refinada para enfrentar times mais estruturados. Essa pausa pode ser essencial, ajudando o time a encontrar o ritmo exato e perder um pouco dos costumes ruins.

LOUD: A queda inesperada

Foto: Colin Young-Wolff/Riot Games

A LOUD entrou no torneio com uma expectativa baixa, mas acabaram surpreendendo, com jogos bem inteligentes. A equipe conseguiu duas vitórias importantes, contra a Evil Geniuses e a KRÜ. Contudo, acabaram caindo para a Sentinels em uma série marcada por um jogo bem difícil, fora todas as trocas rápidas, que esquentava ainda mais o jogo.

No jogo decisivo contra a KRÜ, que era a revanche da equipe latina, a LOUD mostrou um jogo lento e sem adaptação. Eles acabaram sendo absorvidos pelos adversários e não conseguiram se recompor. Com isso, a equipe viu a segunda derrota consecutiva e foram eliminados da competição

Os problemas da LOUD passaram pela adaptação dos jogadores. As mudanças no elenco ainda são muito recentes. Os jogadores estão se acostumando com o ritmo do novo capitão, principalmente porque a maior parte do time ter vindo de uma outra base. O trabalho para o restante da temporada precisa ser focado em ajustes internos e melhor aproveitamento dos momentos de vantagem nas rodadas.

FURIA: Mais uma campanha frustrante

Foto: Colin Young-Wolf/Riot Games

A FURIA teve mais um desempenho irregular e foi eliminada de forma dura no Kickoff. Após a vitória no Tixinha Invitational, muitos esperavam uma versão melhor da Pantera. Eles conseguiram uma primeira vitória, contra a 2GAME, mas lembrando que foi por conta da equipe substituta.

Nos próximos jogos, eles perderam de forma unilateral contra os times da Leviatán e Evil Geniuses. Essas derrotas expuseram muitos erros da equipe, deixando toda a torcida desapontada. Mesmo com os problemas de visto, muitos esperavam que o time fosse performar bem melhor.

A FURIA novamente mostrou um problema recorrente: dificuldade em fechar mapas que estão em suas mãos. Em diversos momentos, a equipe teve vantagens econômicas e numéricas, mas não conseguiu converter isso em vitórias, cedendo viradas dolorosas. A falta de controle emocional também foi evidente, com erros individuais custando rodadas cruciais.

O que esperar para o futuro?

A eliminação precoce das três equipes brasileiras acende um alerta para a região. O VCT Américas continua sendo um ambiente extremamente competitivo, e os times nacionais precisam acelerar suas adaptações para manter o ritmo dos adversários internacionais.

A 2GAME precisa de mais experiência e evolução coletiva. A LOUD, por sua vez, tem que entender o novo estilo que eles buscam e encontrar uma sincronia melhor. Já a FURIA precisa corrigir seus erros de execução, melhorar a mentalidade competitiva e se adaptar ao meta. O ano está apenas começando, e ainda haverá chances de redenção, mas fica claro que o Brasil tem muito trabalho pela frente se quiser voltar a ser protagonista no VALORANT internacional.

MIBR: A última esperança brasileira

Foto: Colin Young-Wolf/Riot Games

Apesar das eliminações de 2GAME, LOUD e FURIA, ainda resta uma esperança para o Brasil no VCT Américas Kickoff 2025: o MIBR. A equipe está realizando uma verdadeira “miracle run” na lower bracket. Eles vem mostrando um crescimento a cada jogo e surpreendendo adversários com um jogo cada vez mais confiante e ajustado. Se mantiver essa evolução, o MIBR pode ser a última chance do Brasil de marcar presença na próxima fase e manter viva a esperança de um título internacional.

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