A segunda semana do VCT Américas acabou e tivemos apenas um time brasileiro conseguindo vencer. Confira abaixo um resumo dos jogos, que foi repleto de reviravoltas.

O cenário competitivo de VALORANT nas Américas tem sido palco de confrontos intensos e reviravoltas surpreendentes. Nos dias 4, 5 e 6 do VCT Américas 2025, as equipes brasileiras enfrentaram desafios significativos, evidenciando tanto momentos de brilho quanto áreas que necessitam de aprimoramento.
FURIA vs. NRG – Do Sonho ao Pesadelo

A FURIA entrou em sua segunda partida no VCT Américas 2025 determinada a conquistar uma vitória contra a NRG. O embate iniciou-se no mapa Lotus, escolha da NRG, onde a FURIA apresentou uma composição inovadora com dois controladores, Clove e Omen, e dois iniciadores, Breach e Fade. A estratégia mostrou-se eficaz, resultando em uma vitória por 13-10.
Contudo, a maré virou nos mapas subsequentes. Na Pearl, escolha da FURIA, a NRG dominou com uma composição agressiva de Jett e Yoru, encerrando o mapa em 13-2. Na Fracture, a NRG manteve o ímpeto, explorando todas as áreas do mapa e fechando a série com um 13-4, culminando em uma derrota por 2-1 para a FURIA. Apesar do revés, a integração de pryze, substituindo mwzera por motivos médicos, mostrou-se promissora para os próximos confrontos.
MIBR vs. G2 Esports – Batalha de Gigantes

O MIBR enfrentou a G2 Esports em um dos confrontos mais aguardados do torneio. O primeiro mapa, Pearl, trouxe uma surpresa: aspas, estrela do MIBR, utilizou Waylay, a nova duelista do VALORANT, conduzindo a equipe a uma vitória apertada de 14-12.
Na Haven, a G2 respondeu à altura. Com jawgemo exibindo maestria com Yoru, a equipe europeia venceu por 13-11. A decisão ficou para Ascent, onde a G2 inovou ao apresentar uma composição com Waylay, Vyse e Tejo, indicando possíveis tendências para o meta futuro. O MIBR lutou bravamente, com destaque para a dupla aspas e Verno, mas sucumbiu por 13-8, resultando em uma derrota por 2-1 na série.
LOUD vs. 2GAME – Reviravolta Inesperada

O clássico brasileiro entre LOUD e 2GAME prometia ser favorável à LOUD, mas a 2GAME surpreendeu. Após mudanças significativas na formação, incluindo a saída de zap e a entrada de Josh “PxS” Brunelli, a equipe mostrou resiliência e adaptabilidade.
No Lotus, escolha da LOUD, a partida foi equilibrada, mas a 2GAME prevaleceu na prorrogação, vencendo por 14-12. Em seguida, na Pearl, a 2GAME manteve o ritmo, fechando o mapa em 13-11 e assegurando uma vitória por 2-0 na série. Essa vitória marca a primeira da 2GAME no VCT Américas, enquanto a LOUD acumula sua segunda derrota consecutiva, sinalizando a necessidade de ajustes estratégicos.
Analisando e próximos jogos
As recentes partidas do VCT Américas 2025 destacam a volatilidade e o alto nível de competitividade do cenário. A FURIA demonstrou potencial, mas a inconsistência entre mapas aponta para a necessidade de maior coesão tática. O MIBR exibiu inovação e talento individual, porém, a adaptação ao meta emergente e a sinergia coletiva serão cruciais para futuras vitórias. Já a LOUD, considerada uma potência, enfrenta um momento de introspecção após derrotas inesperadas, indicando que nenhuma equipe está imune a surpresas.
Esses resultados reforçam a imprevisibilidade do VALORANT competitivo e a importância de constante evolução estratégica. As equipes brasileiras possuem talento e capacidade, mas o sucesso dependerá da habilidade em aprender com os reveses e implementar mudanças eficazes.
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